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“A primeira condição para sair do próprio nada a fim de participar da vida…” (São Paulo da Cruz)

jesus-orando-e1395874096209A primeira condição para sair do próprio nada a fim de participar da vida divina, é aceitar a própria realidade, retirando-se para a solidão da alma, ou seja, para o deserto interior…” (São Paulo da Cruz)

Meditar sobre a Paixão de Jesus Cristo, é adentrar no mistério pascoal com Ele, por Ele e n’Ele. E aspirar trilhar um caminho de e para à felicidade, pois passamos a reconhecer que em Cristo não há Ressurreição sem cruz, e em Cristo não cruz que não leve a ressurreição.

Estar com o nosso Amado, com aquele que nos chamou é a coisa mais importante de nossa vida, pois toda a nossa renúncia só tem sentido por causa dele. E em São Paulo podemos perceber que é o amor ao Crucificado nos crucificados que o impulsiona à viver a radicalidade de um carisma, suscitado pelo próprio Espírito Santo que repousa sobre os discípulos em pentecostes (At 2). A unção do Espírito faz com que os discípulos partam e anunciem sem medo a vitória de Cristo.

Em Paulo, ele faz-se obediente, sendo pobre e casto, renunciando a sua família natural, parte em missão, e munido do Espírito Santo funda uma nova família à sombra da Cruz de Cristo, e propaga sua Paixão e morte, para que o homem desse tempo sinta-se amado. (MAZZAROTTO, Pe. Silvio, CP.) Daí passamos a perceber enquanto família passionista, que a passagem pela cruz é indispensável, pois é da Cruz que nascemos.

Já dizia São Maximiliano Maria Kolbe “Ser crucificado por amor ao Crucificado; eis a única alegria”, que traduzidas pelo nosso pai fundador “Desejo unicamente estar crucificado com Cristo”. O nosso chamado torna-se atual a cada dia, pela própria vivencia e renovação do carisma na celebração do santo sacrifício. Assim como fruto já está presente na semente que necessariamente deve morrer, assim a ressurreição está presente na morte por amor unida à morte de Cristo. (Jo 12, 24b). E através dos votos evangélicos, essa caminhada de cruz é traçada por nós, e sua ressurreição é na vida dos irmãos. A cruz é árvore da vida, não subimos ao calvário para nossa santificação, mas para santificarmos a nossa comunidade. É daí que se gera vida. Abraçar a cruz por amor ao Amor.

“Quando fala da cruz que temos que carregar, não o faz pelo prazer ou um moralismo estreito. É o impulso do amor, que sai de si mesmo, que não se preocupa consigo mesmo, mas que se abre aos demais para pôr-se a serviço da verdade, da justiça, do bem. Cristo nos mostra Deus, e deste modo a verdadeira grandeza do homem”. (Bento XVI). Somos discípulos de Cristo, como todo cristão. No entanto, a inspiração que o Senhor nos deu como carisma foi a de sermos discípulos e anunciadores do “amor revelado, no Crucificado presente no irmão”. É a Ele com base no mistério de Jo 19, 17-42, que somos chamados anos configurarmos.

De maneira radical no papa Francisco, fala a nós “… Não tenham medo de tomarem decisões definitivas”, que atualiza o que já dizia São Paulo da Cruz “quando a Cruz de Jesus tiver lançado profundas raízes em seu coração cantará: Sofrer e não morrer! Ou melhor: Ou sofrer ou morrer! Mas, acima de tudo: Nem sofrer, nem morrer, mas transforma-se em Vontade de Deus”. Tornar-se-á um eterno doar-se, pois é preciso que o nosso “perfume” se derrame e espalhe-se por amor à Deus, numa doação livre e total.

RA primeira condição para sair do próprio nada a fim de participar da vida divina, é aceitar a própria realidade, retirando-se para a solidão da alma, ou seja, para o deserto interior…” (São Paulo da Cruz)

Meditar sobre a Paixão de Jesus Cristo, é adentrar no mistério pascoal com Ele, por Ele e n’Ele. E aspirar trilhar um caminho de e para à felicidade, pois passamos a reconhecer que em Cristo não há Ressurreição sem cruz, e em Cristo não cruz que não leve a ressurreição.

Estar com o nosso Amado, com aquele que nos chamou é a coisa mais importante de nossa vida, pois toda a nossa renúncia só tem sentido por causa dele. E em São Paulo podemos perceber que é o amor ao Crucificado nos crucificados que o impulsiona à viver a radicalidade de um carisma, suscitado pelo próprio Espírito Santo que repousa sobre os discípulos em pentecostes (At 2). A unção do Espírito faz com que os discípulos partam e anunciem sem medo a vitória de Cristo.

Em Paulo, ele faz-se obediente, sendo pobre e casto, renunciando a sua família natural, parte em missão, e munido do Espírito Santo funda uma nova família à sombra da Cruz de Cristo, e propaga sua Paixão e morte, para que o homem desse tempo sinta-se amado. (MAZZAROTTO, Pe. Silvio, CP.) Daí passamos a perceber enquanto família passionista, que a passagem pela cruz é indispensável, pois é da Cruz que nascemos.

Já dizia São Maximiliano Maria Kolbe “Ser crucificado por amor ao Crucificado; eis a única alegria”, que traduzidas pelo nosso pai fundador “Desejo unicamente estar crucificado com Cristo”. O nosso chamado torna-se atual a cada dia, pela própria vivencia e renovação do carisma na celebração do santo sacrifício. Assim como fruto já está presente na semente que necessariamente deve morrer, assim a ressurreição está presente na morte por amor unida à morte de Cristo. (Jo 12, 24b). E através dos votos evangélicos, essa caminhada de cruz é traçada por nós, e sua ressurreição é na vida dos irmãos. A cruz é árvore da vida, não subimos ao calvário para nossa santificação, mas para santificarmos a nossa comunidade. É daí que se gera vida. Abraçar a cruz por amor ao Amor.

“Quando fala da cruz que temos que carregar, não o faz pelo prazer ou um moralismo estreito. É o impulso do amor, que sai de si mesmo, que não se preocupa consigo mesmo, mas que se abre aos demais para pôr-se a serviço da verdade, da justiça, do bem. Cristo nos mostra Deus, e deste modo a verdadeira grandeza do homem”. (Bento XVI). Somos discípulos de Cristo, como todo cristão. No entanto, a inspiração que o Senhor nos deu como carisma foi a de sermos discípulos e anunciadores do “amor revelado, no Crucificado presente no irmão”. É a Ele com base no mistério de Jo 19, 17-42, que somos chamados anos configurarmos.

De maneira radical no papa Francisco, fala a nós “…Não tenham medo de tomarem decisões definitivas”, que atualiza o que já dizia São Paulo da Cruz “quando a Cruz de Jesus tiver lançado profundas raízes em seu coração cantará: Sofrer e não morrer! Ou melhor: Ou sofrer ou morrer! Mas, acima de tudo: Nem sofrer, nem morrer, mas transforma-se em Vontade de Deus”. Tornar-se-á um eterno doar-se, pois é preciso que o nosso “perfume” se derrame e espalhe-se por amor à Deus, numa doação livre e total.

Rodolpho Galvão Marins – vocacionado Cabrobó – PE

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Escrito por Província do Calvário

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